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PROGRAMA DE FAMÍLIA eNTENDENDO A cO-DEPENDÊNCIA


Codependência ou Dependência Emocional e/ou Afetiva. 
– Por Wagner Neves –

 É a inabilidade de manter e nutrir relacionamentos saudáveis consigo mesmo e com os outros, resultando em relacionamentos Desastrosos, Desgastados ou Destrutivos. 

 Sintomas:

 • Sentimentos de Baixa estima – culpam-se por tudo, com uma auto exigência e autocrítica exagerada, acometidos por excessivos sentimentos de vergonha e inferioridade para com os outros, contentam-se com muito pouco.

 • Necessidade de controle compulsivo – entem necessidade de ter sempre o controle de si mesmo, das situações, do relacionamento e do outro quase sempre tentando mudá-lo ao sua forma; 

 • Foco sempre outro – Sempre apresentando uma preocupação constante e exagerada com o outro, compulsiva necessidade em ajudar o outro, antecipando suas necessidades, assumindo responsabilidades por ele e esquecendo-se de si mesmo; 

 • Vivem na negação – mentem para si mesmos, fingem que os problemas não existem ou não são graves, não enxergam e enfrentam os problemas que estão acontecendo na relação, pensando que um dia tudo vai melhorar “do nada”; 

 • Vivem oscilando entre o céu e o inferno - oscilam entre gostar e sentirem-se magoados e com raiva do outro, ou seja, ora se sentem bem na relação e ora se tornam vítimas e agem como o algoz, cobrando posturas de forma pesada e agredindo o outro;

 • Reprimem suas emoções – reprimem seus sentimentos e vontades, de tal modo que, com o tempo, perdem o contato consigo mesmo; • Sentem um Ciúme doentio – Sentem uma enorme insegurança e medo, apresentando pensamentos obsessivos em relação a: traição e/ou ao abandono pelo outro, com comportamentos manipulativos na tentativa de controlar os comportamentos do outro; 

 • Acreditam que dependem do outro – buscam desesperadamente proteção e amor fora de si mesmos, sentem extrema dificuldade em ficar sozinhos, sentem-se constantemente ameaçados pela perda do outro, necessitam do outro pra serem felizes; 

 • Comunicam-se de forma disfuncional – Reprimem seus sentimentos e pensamentos, a comunicação não é honesta; tem dificuldade em estabelecer bons diálogos e/ou discutir assertivamente os problemas; os diálogos se tornam discussões absurdas e agressivas; 

 • Disfunções sexuais - usam o sexo para conquistar, segurar e ganhar a aprovação do outro; tentam manipular e controlar o outro através do sexo; fazem sexo quando não querem; com pouco ou nenhum prazer;. 

 • Se envolvem com pessoas complicadas - buscam parceiros: indecisos e confusos, de classe socioeconômica inferior, agressivos, distantes, irresponsáveis, normalmente apresentam mau caráter e que também apresentam transtornos psicológicos como dependências (de álcool, de outras drogas, de jogos, etc.).Sofrem por amor, experimentando uma vida amorosa insatisfatória. 

 • Estabelecem Padrões de Relacionamentos Destrutivos 

 A Origem do termo “Co-dependência” O termo “Co-dependência” 

teve origem nos estudos da Dependência química, sendo o mesmo atribuído a doença que envolve os familiares de dependêntes químicos, partindo do princípio de que os familiares de dependentes químicos também apresentariam uma dependência, não das drogas, mas uma Dependência Emocional e/ou uma preocupação constante, excessiva e fixa no dependente. Posteriormente, tornou-se claro que não é necessário conviver com um dependente químico para sofrer de Dependência emocional. 

 Causas da Co-dependência

 A maior parte dos co-dependentes, vem de famílias disfuncionais, conflitivas, que demonstraram significativa fragilidade emocional e, por isto, contribuíram para o desenvolvimento e instalação da dependência emocional entre seus membros. Em geral, o co-dependente viveu pouco amor, amparo, aceitação, segurança, coerência e harmonia familiar. Em muitos casos, a rigidez de regras e críticas negativas excessivas com abusos psicológicos e até físicos. Portanto, de modo geral, a pessoa desenvolve a Co-dependência a partir da infância. 

 Pesquisas e Estatísticas

Os resultados de uma pesquisa recente realizada no Brasil, pela Unifesp mostram que, em média, 9 pessoas são afetadas pelo impacto de um dependente químico e estima-se que pelo menos 28 milhões de pessoas vivam hoje no Brasil com um dependente químico. A pesquisa aponta também que, além da resistência do dependente químico em aceitar o tratamento (52% dos casos), o comportamento/atitude da família (11%) é a segunda maior dificuldade encontrada no tratamento. Convivendo com sentimentos opressores como tristeza (28%), impotência (26%), dor, angústia, raiva, desespero, culpa, pena, decepção, solidão e medo. Este é o impacto negativo, correspondente e igual, aos vividos por familiares de doentes terminais de outras doenças.


Oque oferecemos:

  • Reuniões para conscientização da Co-dependencia
  • Palestras informativas, realizadas por psicologos e terapeutas, com intuito de informar a familia sobre a doença da Dep. Quimíca e como agir perante o dependente